sexta-feira, 5 de março de 2010

Eu mereço.


Brasil - Irlanda.
Joguinho bem mais ou menos. Todos na sala. O pessoal da casa mais um amigo visitante. A visita e a menina 2 resolvendo uns problemas matemáticos de um trabalho da faculdade. No sofá, eu e a menina 1, esparramados. Na poltrona, menino 2. Todos – ou quase isso – vendo a partida. Nem que fosse apenas nos momentos de perigo, quando o locutor narrava o lance com um desespero exagerado e, na retina, a pupila dos estudantes vinha bater escanteio.
O jogo continua. A menina 1 insistindo na mudando de canal só pra saber se na outra emissora já havia começado o capítulo de Lost. Nem sabia ela que em campo, ao menos no segundo tempo, 11 irlandeses pareciam tao perdidos quanto. Papo vai, papo vem, surge o tema. E a escalação pra Copa, hein? Discussões à parte, ele, sempre ele, o gordinho, vem à tona. Será que ele devia ser convocado pra Copa (atual mantra e dilema nacional-corintiano)? Será que Ronaldo fez bem em voltar pro Brasil?
Minha opinião era simples. Com a grana que ele está ganhando do patrocinador do timão, o craque provou mais uma vez que é bom também com outras bolinhas: os zeros da conta bancaria (desculpa, mas a piadinha sobre travestis fica pra outro dia).
O que aconteceu a seguir foi isso:

- Quem é o patrocinador do Corinthians mesmo?
- Acho que a Batavo.
- Batavo, Batavo... é um negocio de leite, né?
- É, pô. Leite, achocolatado, enfim, LATROCÍNIOS.
- …

Resultado: O jogo e a noite ganhos.
Com direito até ao típico bordão “Táááá láááá mais um corrrrrpo estendido no chão!”
O meu. Me acabando de rir.

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